Início Destaques do Dia Alta nas UPAs e casos de dengue tipo 3 preocupam Saúde

Alta nas UPAs e casos de dengue tipo 3 preocupam Saúde

A Secretaria de Saúde confirmou os dois primeiros casos autóctones de dengue tipo 3 no município, acendendo um sinal de alerta para a circulação de uma variante considerada mais grave da doença. É a primeira vez que o sorotipo 3 é registrado de forma local na Cidade. No ano passado, houve apenas um caso importado.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Antônio Carlos Nardi, esse tipo do vírus é o que apresenta maior risco de evolução rápida e quadros clínicos mais severos. “Essa variante tende a se manifestar de forma mais agressiva, podendo causar complicações mesmo em pacientes sem histórico anterior da doença”, explica.

Os dois casos confirmados fazem parte dos registros graves da doença neste ano, mas os pacientes já se recuperaram. Até o momento, Maringá contabiliza 2.291 casos de dengue em 2025, sendo 201 com sinais de alarme e 10 classificados como graves. Quatro mortes foram registradas em decorrência da dengue, nenhuma delas ligada ao tipo 3.

UPAs

O vereador Lemuel publicou vídeos em suas redes sociais mostrando e comparando o movimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Maringá no feriado de primeiro de maio e na sexta, 02. Segundo dados da Secretaria de Saúde, a maioria dos atendimentos nas locais são de baixa complexidade e poderiam ser resolvidos nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

No feriado, as duas UPAs registraram 851 atendimentos até as 22h, com mais da metade dos casos classificados como baixa urgência. Na UPA Zona Norte, 55% dos atendimentos foram classificados como pouco urgentes, e na Zona Sul, apenas 29% das consultas foram consideradas emergenciais.

É importante lembrar que as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) são indicadas para atendimentos de rotina e casos leves, como, sintomas gripais, febre moderada, dores de cabeça, garganta ou barriga, renovação de receitas, vacinação e acompanhamento de doenças crônicas.

Já as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) devem ser procuradas em situações de urgência e emergência, como falta de ar, febre alta persistente, dores intensas e repentinas, acidentes com ferimentos graves ou suspeita de infarto ou AVC. Utilizar corretamente cada serviço contribui para um atendimento mais ágil e eficaz, além de evitar a sobrecarga do sistema de saúde.

Da Redação
Foto – Reprodução

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