Início Destaques do Dia Maringá registra aumento de 25% em casos de estelionato

Maringá registra aumento de 25% em casos de estelionato

Cidade registrou um aumento de 25% nos casos de estelionato nos três primeiros meses de 2026, segundo dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp). No início do ano passado, foram contabilizados cerca 1.900 registros de golpes e fraudes, enquanto neste ano, já são aproximadamente 2.400 ocorrências no mesmo período. Desde 2022, a média anual de crimes de estelionato na Cidade é de aproximadamente 7.500 casos.

Diante desse cenário, a Sesp reforça a importância de registrar imediatamente um Boletim de Ocorrência (B.O.) para crimes de estelionato ou fraude. Em Maringá, em Curitiba e em todo o estado do Paraná, o registro pode ser feito de forma digital através da Delegacia Eletrônica da Polícia Civil, disponível no portal da Secretaria de Segurança Pública. O registro rápido é essencial para que as autoridades iniciem investigações e, quando necessário, bloqueiem contas bancárias utilizadas em golpes.

Para vítimas de estelionato, a orientação é seguir algumas medidas imediatas: reunir provas como capturas de tela de conversas, comprovantes de PIX ou transferência, áudios e informações sobre o perfil do golpista; avisar o banco para solicitar o bloqueio preventivo do valor e registrar o Mecanismo Especial de Devolução (MED); e guardar os protocolos do banco e do Boletim de Ocorrência.

Além disso, a população pode recorrer aos canais de denúncia e emergência da segurança pública: ligar 181 para o Disque Denúncia, para fornecer informações anônimas sobre suspeitos ou quadrilhas, ou ligar 190 em caso de emergência, quando o golpe estiver em andamento ou houver risco imediato. Informações e alertas sobre novos golpes podem ser acompanhados no portal oficial da Sesp.

Com o aumento de casos registrado neste início de ano, autoridades alertam que atenção e prevenção são fundamentais para reduzir o impacto dos golpes e proteger a população de perdas financeiras e prejuízos emocionais.

Da Redação
Foto – Reprodução

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